slant

o que se guarda refém do pretenso
por precaução, talvez
se cifra

subscrever

naquele cabo
geográfico
telegráfico
fantasmático

mar adentro com dorso rente à superfície

ele existe como relance

relesponto

que se avista talvez com espéculo

nele remanescente
esta compota
aos que miram
pelo subscrito
lança como jinxes
as cifras mar afora

esperando prescrições exatas
maquinários
buckybolas e fulerenos
cogstações
algoritmos

que desestacionem o medramingua batendo ao cabo

os enjoos e engulhos do mar

esta mesma cenota
que mais enoja do que deseja
que muito menos necessita

sigilante
não é mina
é fossa
com seu submerso atlantis élansponto
seu novelo de guarda
bagagem cerebérica despontada
pânica cabeça em sua recipiência

já sã como lince
[monócula]
ou como pirata esterça

jamanta na testa
demonha

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Publicado por

Maíra Mendes Galvão

maquinista.

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