sin nombre

la nada santa penseva que não fosse tanatos mas claro que esgoto
te quero morto me muero menos mas quero enfim e se a santa te pega
a mim nunca mais abantesmar quizá porque nunca te cri mesmo
te conjurei yo la nada soy la vacía la vaca te esconjurar depois
de eco alejado de pesadilla aleimada de incredulidade e horror
vieste latir até na boca da callega la viva eugenia
latiu da boca dela da boca dela da boca dela

 

***
para a.s. / sp capital, 2016

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Publicado por

Maíra Mendes Galvão

maquinista.

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